BNDES - Agência de Notícias

21:34 20 de September de 2019

Por: Agência BNDES de Notícias

Publicação:16:14 16/04/2019 |INFRAESTRUTURA

Ultima atualização: 16:18 16/04/2019

Fotos: Thomaz Silva/Agência Brasil

• Com vigência de 12 meses, nova linha do BNDES terá orçamento de R$ 500 milhões

 

Caminhoneiros autônomos terão acesso a uma linha de crédito de até R$ 30 mil do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por beneficiário, para apoiar gastos de custeio da prestação de serviço de frete, tais como manutenção e seguro. A medida foi anunciada nesta terça-feira, 16, no Palácio do Planalto, pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

“Como órgão de Estado e implementador de políticas públicas, o BNDES responde de forma técnica às necessidades da sociedade e objetivos do governo”, disse o presidente do BNDES, Joaquim Levy.

“O foco para o Banco é dar mecanismo para os caminhoneiros preservarem o ativo que compraram com o financiamento feito lá atrás”, explicou Levy. “Um caminhão bem tratado dura muitos anos e é amortizado com ganho para o caminhoneiro e segurança para o emprestador e os que estão nas estradas”.

O ponto central é que não haverá subsídio – e as condições serão compatíveis com a receita dos caminhoneiros e adequadas à capacidade dos bancos que vão distribuir na ponta. “Estamos assim focando os instrumentos que já dispomos para dar uma resposta efetiva e transparente a uma situação real de preservação de investimento feito com sacrifício”, frisou Levy.

Caminhoneiros terão limite de crédito de R$ 30 mil para custeio de frete

Prevista para começar a operar em maio, a nova linha do BNDES apoiará despesas de seguro do veículo e do beneficiário, oficina, autopeças, pneus e gastos emergenciais, como guincho. Gastos com combustível não serão financiados.

A medida beneficiará transportadores autônomos, que possuam no máximo dois caminhões registrados em seu nome, e também cooperativas de caminhoneiros. Neste caso, o limite de crédito será calculado pelo número de cooperados. Com 12 meses de vigência, o programa terá dotação orçamentária de R$ 500 milhões.