BNDES - Agência de Notícias

02:21 19 de January de 2020

Por: Agência BNDES de Notícias

Publicação:13:12 27/11/2019 |INSTITUCIONAL

Ultima atualização: 18:44 28/11/2019

Pixabay/Pexels

• Interessados poderão ajudar a priorizar as bases de dados públicos, entre as 56 inventariadas pelo banco de fomento, que serão disponibilizadas em formato aberto

• Iniciativa é resultado da adesão voluntária do BNDES à Política Nacional de Dados Abertos e reforça o compromisso da instituição com a transparência

 

Primeira estatal a aderir à Política Nacional de Dados Abertos (PNDA), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou nesta quarta-feira, 27, consulta pública para que os cidadãos ajudem a escolher quais bases de dados públicos serão priorizadas no planejamento do banco de fomento para disponibilização em formato aberto. A consulta estará aberta até o dia 31 de janeiro do ano que vem.

Os interessados poderão indicar até 10 bases, entre as 56 inventariadas pelo BNDES. Entre os tipos de dados, incluem-se aqueles referentes a operações de financiamento, carteiras de títulos de renda variável da subsidiária BNDES Participações S.A. (BNDESPAR), execução orçamentária, contratos administrativos e licitações, entre outros.

Além das indicações recebidas por meio da consulta pública, o planejamento do BNDES também levará em conta critérios como intensidade da procura por informações em seu portal na Internet, grau de complexidade técnica para abertura das bases, demonstração de resultados diretos e efetivos dos serviços, e fomento ao controle social. Com base nisso, o banco de fomento vai elaborar seu Plano de Dados Abertos (PDA), documento que consolida e orienta as ações para disponibilização de informações de suas bases de dados para a livre utilização pela sociedade.

PDA – Desde o começo do ano, o BNDES vem realizando ações para concretizar sua adesão voluntária à PNDA, do Poder Executivo Federal. Em março deste ano, o banco de fomento e a Controladoria Geral da União (CGU) promoveram um encontro técnico que auxiliou o BNDES na elaboração de seu planejamento, e, a seguir, o Banco começou a inventariar suas bases de dados.

A adesão espontânea do banco de fomento à PNDA é uma das dez ações anunciadas pela instituição na campanha BNDES Aberto. A política é destinada somente a entes da administração direta, autárquica e fundacional, portanto o BNDES não é obrigado a aderir a suas normas. Saiba mais no hotsite BNDES Aberto.

“A adesão voluntária do BNDES à PNDA é mais um compromisso do Banco com a ampliação da transparência ativa em suas ações”, afirma o superintendente da Área de Tecnologia da Informação da instituição, Fernando Lavrado. ”Ao disponibilizar dados que possam ser analisados, utilizados e processados pelos cidadãos e por outros órgãos públicos, o banco fortalece não somente a colaboração entre entes do setor público como também favorece o exercício da cidadania e a democracia em nosso país.”

Dados abertos – Dados abertos são definidos como aqueles acessíveis ao publico e estruturados em formato aberto, processáveis por máquinas e referenciados na Internet, de modo que permitam sua livre utilização e cruzamento, sendo necessário no máximo a citação de suas fontes.

Essas características possibilitam o controle das ações governamentais pela sociedade – inclusive por meio de aplicações desenvolvidas colaborativamente – e promovem maior transparência dos resultados e ações de gestão pública.

 

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CGU – Responsável pela coordenação da política, a Controladoria Geral da União (CGU) destacou o lançamento da consulta pública do BNDES em seu site Governo Aberto. “As ações previstas pelo BNDES em 2020 envolvem, além da consulta pública, a elaboração e lançamento de um Plano de Dados Abertos, com o compromisso e um cronograma de atividades para implementação e promoção de abertura de dados, a divulgação de dados do banco no Portal Brasileiro de Dados Abertos e a realização de workshops com jornalistas, sociedade civil, academia e empresas”, informa o Governo Aberto.

 

Acesse a consulta pública do BNDES.

 

Para saber mais sobre dados abertos, escute também o terceiro episódio do podcast Diálogos BNDES.