BNDES - Agência de Notícias

12:52 18 de Outubro de 2019

Por: Agência BNDES de Notícias

Publicação:11:03 20/09/2019 |INSTITUCIONAL |MERCADO DE CAPITAIS

Ultima atualização: 11:07 20/09/2019

Divulgação CVM

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) farão acordo de cooperação para a movimentação temporária de empregados do BNDES, a fim de compor a força de trabalho da CVM. A parceria tem por objetivo proporcionar a troca de experiências e o aprimoramento de capacitações técnicas entre os empregados do Banco e as equipes de servidores da autarquia. O BNDES estima ceder até 50 funcionários à CVM.

A iniciativa é o primeiro acordo de movimentação de funcionários do banco de fomento com outras instituições do governo, como parte da sua nova gestão de recursos humanos. “O objetivo é permitir que os empregados do BNDES possam circular temporariamente por outros entes do governo para transmitir a excelente base de conhecimento que eles possuem e que, ao regressarem, tragam também novas expertises”, afirma o presidente do BNDES, Gustavo Montezano. Segundo ele, a iniciativa é mais uma etapa para tornar a instituição mais transparente e mais aberta.

A movimentação de empregados do BNDES para a CVM será voluntária, dentro do mútuo interesse de todas as partes envolvidas, e ocorrerá pelo prazo inicial de 24 meses, prorrogável uma vez por igual período. Além disso, as movimentações deverão ser submetidas ao Ministério da Economia para a aprovação do orçamento relativo às parcelas a serem reembolsadas pela CVM ao BNDES.

Mais detalhes da parceria ainda estão em estudo pelas duas entidades, como, por exemplo, os critérios de seleção dos empregados. Entretanto, algumas premissas já foram definidas, como a manutenção da remuneração dos funcionários movimentados, e algumas áreas onde poderá haver vagas na CVM, entre elas recursos humanos, contabilidade e gestão de fundos.

O BNDES espera que o acordo contribua para a disseminação de conhecimento dentro do governo e seus órgãos e instituições. “Proporcionar esta circulação dentro da gestão pública só beneficia, cada vez mais, o desenvolvimento do Brasil”, conclui Montezano.