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05:48 02 de July de 2020

Por: Agência BNDES de Notícias

Publicação:10:42 25/06/2020 |ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA |INFRAESTRUTURA |SAÚDE

Ultima atualização: 11:30 25/06/2020

Fotos: Captura de tela/Divulgacao BNDES
Webinar com Gustavo Montezano, Fábio Abrahão , Tasso Jereissati, Diogo Mac Cord e Martha Seillier abriu a Semana BNDES de Saneamento

• Aprovação do marco regulatório é marco histórico para o Brasil

• Presidente do Banco diz que BNDES está pronto para apoiar desenvolvimento do setor

• Em live com o relator da matéria no Senado, Tasso Jereissati, executivo abriu a Semana BNDES de Saneamento, no canal do Banco no Youtube

 

O BNDES tem tecnologia, disposição, liquidez e capital para apoiar investimentos de longo prazo em reais no setor de saneamento, tanto de forma técnica, como financeira em parceria com entes privados. O presidente Gustavo Montezano, que participou de live na última segunda-feira, 22, abrindo a Semana BNDES de Saneamento, afirmou que a aprovação do marco regulatório do setor, que aconteceu nesta quarta-feira, 24, no Senado, é uma marco histórico para o desenvolvimento do país.

Também participaram do webinar de abertura — “Marco Legal do Saneamento e Perspectivas do Setor” —, o relator da matéria no Senado Federal, senador Tasso Jereissati; o secretário de Desenvolvimento de Infraestrutura do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord; a secretária Especial do PPI, Martha Seillier; e o diretor de Infraestrutura, Concessões e PPPs do BNDES, Fábio Abrahão. O seminário está sendo promovido pelo Banco em seu canal no Youtube e vai até a próxima sexta, 26.

 

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Gustavo Montezano, presidente do BNDES

 

Em sua exposição, Montezano lembrou que, para além do crédito, o BNDES está estruturado, desde meados do ano passado, como um “banco de serviços”, capaz de prover tecnologia, patrimônio intelectual, articulação empresarial e política para ajudar Estados e municípios a desenvolverem seus projetos na área.

 

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Fábio Abrahão, diretor do BNDES

 

Alguns deles já estão, inclusive, em estágio avançado, como os estados do Rio de Janeiro, Alagoas, Acre e Amapá. “Já temos na nossa carteira de estruturação projetos que representam R$ 50 bilhões em investimento em todas as regiões do país”, informou Fábio Abrahão.

 

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Tasso Jereissati, relator do PL do Marco Regulatorio no Senado

 

Na avaliação do senador Tasso Jereissati, o Marco Regulatório aprovado no Congresso Nacional tem por norte a universalização do serviço, cabendo a cada ente público definir por meio de qual modelo essa meta será alcançada. “Eu procuro colocar que o marco não é de privatização, mas de universalização do saneamento básico no País. Ninguém é obrigado a privatizar nada. Cada prefeito ou governador poderá escolher o modelo que achar mais conveniente para seu estado ou sua municipalidade”.

 

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Martha Seillier, secretária especial do PPI

 

Para a secretária especial do PPI, Martha Seillier, o volume de recursos necessários para universalizar o saneamento básico até 2033 é tão alto — da ordem de R$ 600 bilhões — que o orçamento da União e dos Estados e municípios não serão suficientes. “A oportunidade para o investidor é muito grande, no sentido de que são diversos contratos com investimentos muito vultosos. E muitos investidores não entram em projetos pequenos”, considerou.

 

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Diogo Mac Cord, secretario de Desenvolvimento de Infraestrutura

 

Uma conta apresentada pelo secretário Diogo Mac Cord estima que os investimentos previstos até 2033 podem representar R$ 1,8 trilhão injetados na economia: “Estudos mostram que as externalidades positivas para a economia são de três vezes o valor total investido. Estamos falando de turismo, saúde, valorização de imóveis”, explicou. Mac Cord calculou ainda que eles podem gerar 700 mil empregos representar importante passo para 35 milhões de brasileiros — o equivalente à população do Canadá.

 

Assista ao video:

Semana BNDES de Saneamento