Aviso: Utilizamos dados pessoais, cookies e tecnologias semelhantes de acordo com nossos Termos de Uso e Política de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

BNDES - Agência de Notícias

Sun Jun 13 22:40:00 UTC 2021 Sun Jun 13 22:40:00 UTC 2021

Por: Agência BNDES de Notícias

Publicação:19:00 14/05/2021 |CULTURA |INOVAÇÃO

Ultima atualização: 12:29 17/05/2021

Preview - Banco de Imagens
  • Projeto vai envolver turismo, inovação, cultura e entretenimento
  • Projeto tem potencial de melhorar a vida de todos os gaúchos, diz governador
  • Empreendimento poderá melhorar a situação fiscal do Estado

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deu início, na quinta-feira (13), aos estudos técnicos e serviços especializados para o projeto de revitalização do Cais Mauá, ao lado do consórcio Revitaliza. A reunião foi realizada pelo Governo do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Além dos ganhos diretos ao poder público com a desestatização da área, o projeto deverá buscar envolver elementos de turismo, inovação, cultura e entretenimento, para estimular a economia local.


 
O projeto do Cais Mauá é tido como um dos mais importantes do Governo do Estado, segundo o governador Eduardo Leite. “Temos uma agenda intensa no Rio Grande do Sul, que passa por todo o processo de reformas e ajuste fiscal. Mesmo, agora, com grande parte das atenções voltadas ao enfrentamento da pandemia, não deixamos e nem deixaremos de tocar os projetos considerados estruturantes, como é o Cais Mauá. Porque acreditamos muito que este, em especial, tenha um importante impacto econômico, tendo como norte a economia criativa aliada à tecnologia e ao lazer, mas também um impacto psicológico e emocional na percepção das pessoas sobre a cidade. Como é a capital, o projeto tem potencial de melhorar a vida de todos os gaúchos”, destacou o governador.


 
O consórcio Revitaliza, que vai promover os estudos, é liderado pela Patrinvest Investimento, Administração de Patrimônio, Intermediação e Serviços e composto pelo escritório de advocacia Machado Meyer Advogados, pelo escritório de arquitetura e urbanismo Dal Pian Arquitetos, e também pelas empresas ZEBL Arquitetura, Radar PPP, Caruso Engenharia, Apsis Consultoria Empresarial e 380 Volts Comunicação. Os estudos se encerrarão com a modelagem do projeto, prevista para até o fim deste ano. Já o processo licitatório, a ser realizado pelo Estado, ocorrerá no primeiro trimestre de 2022.


 
O BNDES trabalhará com os consultores contratados na estruturação do projeto para viabilizar os investimentos necessários para a revitalização da área, considerada nobre para o município de Porto Alegre e para o próprio Estado. No contexto de uma crescente atenção às questões fiscais e econômicas, os entes públicos têm procurado formas de dar uma melhor destinação aos seus bens imóveis.


 
"O objetivo do projeto é devolver o Cais Mauá à cidade de Porto Alegre. Para isso, desenvolveremos uma solução estruturante e sustentável para o Cais Mauá, possibilitando a integração entre a cidade e o Guaíba. Além de uma alternativa para melhorar a situação fiscal do Estado, enxergamos neste ativo imobiliário uma oportunidade de um grande projeto de revitalização urbana para Porto Alegre”, afirmou Lidiane Delesderrier Gonçalves, superintendente da Área de Estruturação de Empresas e Desinvestimento do BNDES.


 
O Banco fica responsável não apenas pelos estudos e pela modelagem da desestatização dos ativos imobiliários do Cais Mauá, como também pelo suporte à realização das audiências públicas e do leilão, acompanhando o processo até a assinatura do contrato entre o setor público e o parceiro privado vencedor do leilão.


 
O projeto que definirá a forma de ocupação e de revitalização do Cais Mauá será elaborado a partir de um diagnóstico técnico e jurídico e de estudos de inteligência de mercado e de vocação imobiliária, incluindo a realização de pesquisas e de workshops junto à sociedade civil e potenciais investidores. Os melhores modelos de desestatização da área serão estudados pelo consórcio Revitaliza, sendo que o Estado poderá decidir qual caminho se ajustará aos objetivos do projeto, seja por concessão, PPP, alienação, fundo de investimento ou outras modalidades possíveis.