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00:12 21 de September de 2020

Por: Agência BNDES de Notícias

Publicação:18:42 16/10/2019 |INDÚSTRIA

Ultima atualização: 16:45 18/10/2019

Narcisa Aciko/Pexels

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou neste mês dois novos formatos de credenciamento para os produtos de mobilidade de baixo carbono (veículos elétricos e a gás, componentes e infraestrutura auxiliar) e aeronáuticos, além de um ajuste nas regras de credenciamento para o segmento eólico. A expectativa do BNDES é de que as novas regras para aerogeradores tornem mais atraentes os investimentos no setor eólico já a partir do leilão A-6 2019 de Energia Nova da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), marcado para esta sexta-feira, 18.

A modernização da metodologia específica para credenciamento de aerogeradores, que havia sido implantada em janeiro de 2013 e que teve seu último marco de nacionalização finalizado três anos depois, busca ajustar os requisitos demandados dos fabricantes aos novos desafios que se apresentam no setor com a chegada de novas plataformas de fabricação que introduzem aerogeradores mais modernos e potentes, contribuindo para a continuação da expansão da fonte na matriz energética, e manutenção da cadeia de fornecedores desenvolvida no Brasil. Saiba mais.

Baixo carbono e aeronáutica – Os novos requisitos e critérios para o credenciamento de veículos equipados com tecnologia de motorização de baixa emissão de carbono (elétricos, à gas e produtos correlatos) e de produtos aeronáuticos (aviões, helicópteros, drones), ajustam as exigências de fabricação às características específicas de cada segmento permitindo que haja um desenvolvimento destes setores no Brasil alinhado ao grau de maturidade de suas cadeias de fornecedores.

Para os produtos de mobilidade de baixo carbono, os objetivos são alinhar a indústria automobilística brasileira com a indústria global, em tecnologia e competitividade; manter a geração de empregos qualificados; aumentar as exportações; favorecer a inovação e a captura de tecnologias relacionadas a mobilidade de baixo carbono; e inserir o País no ciclo global de investimentos produtivos, incluindo os recursos aplicados em pesquisa e desenvolvimento tecnológico do setor.

No caso dos produtos aeronáuticos, busca-se estimular os avanços tecnológicos e seu transbordamento para outros segmentos do setor industrial; preservar e gerar empregos especializados e qualificados; manter e consolidar os clusters aeroespaciais brasileiros; melhorar o desempenho da balança comercial e na corrente de comércio do País, além de trazer produtividade ao setor; desenvolver novos produtos aeronáuticos, novos modais de transporte aéreo e soluções logísticas relevantes para o futuro. Saiba mais.